Sobre Marketing Político Portfólio Fale Conosco
Propaganda eleitoral liberada desde 16 de agosto

Marketing político para quem tem sete semanas e não pode errar

Vídeo, design, social media e cobertura de evento para campanha em Teresina e no Piauí. Uma equipe de produção inteira, contratada com nota fiscal e pronta para começar esta semana.

Atendemos Teresina, região metropolitana e interior do Piauí. Por campanha, por mês ou por diária.

Sete semanas. É todo o tempo que existe.

A propaganda eleitoral é permitida a partir de 16 de agosto e a votação é em 4 de outubro. Quem começa a produzir depois que a campanha abre perde as primeiras semanas montando estrutura, enquanto o adversário já está publicando.

16 de agosto. Primeiro dia em que a propaganda eleitoral é permitida. Antes disso, o que existe é pré-campanha, com regra bem mais restrita.

4 de outubro. Primeiro turno. Entre uma data e outra são cerca de sete semanas.

O que sete semanas significam na prática: não dá para descobrir o que funciona no meio do caminho. Quem entra sem material pronto gasta as duas primeiras semanas produzindo, e chega na reta final com metade do tempo útil que tinha.

Uma estrutura de produção inteira, sem você montar equipe.

Videomaker, designer, social media e cobertura de evento. Em vez de contratar quatro pessoas às pressas em agosto, você contrata uma operação que já trabalha junto.

Vídeo de campanha

Santinho em vídeo, proposta em 30 segundos, resposta a ataque, depoimento de apoiador e o vídeo longo de apresentação. Captação, roteiro, edição e legenda.

Design e identidade

Número, cor, tipografia e a linha visual que faz o eleitor reconhecer você no meio de dezenas de candidatos. Santinho, adesivo, banner, camiseta e arte de rede.

Social media e stories

Publicação diária, stories de bastidor, corte de agenda e resposta rápida. A campanha que some do feed por dois dias perde o embalo que levou semanas para construir.

Cobertura de evento

Caminhada, carreata, comício, reunião e visita. Fotógrafo e videomaker no local, com material editado saindo no mesmo dia, enquanto o assunto ainda é assunto.

Captação com drone

Imagem aérea de caminhada e comício. É o take que prova tamanho de ato, e é o que a imprensa local reaproveita.

Free-lance por diária

Se você já tem equipe e falta só uma função, entramos por diária ou por evento, sem contrato longo.

Campanha de deputado não cabe em uma cidade só.

Em 2026 estão em disputa deputado estadual, deputado federal, senado e governo. Quem concorre a deputado precisa de voto espalhado por vários municípios, e isso muda a produção: não adianta ter material bonito de Teresina se o eleitor de Picos, Floriano ou Parnaíba não se vê ali. Produzimos com deslocamento, gravando na base real do candidato.

Material por região

A mesma proposta, gravada e adaptada para a realidade de cada base. O eleitor reconhece a rua, e reconhecer a rua é o que gera confiança.

Equipe que se desloca

Atendemos o interior do Piauí. Agenda de captação fechada por rota, para render várias cidades na mesma viagem.

Volume de peça

Campanha consome conteúdo num ritmo que nenhuma outra atividade consome. Trabalhamos com lote de peças, não com post avulso.

Material fora da regra vira dor de cabeça no lugar de voto.

Campanha tem exigência que negócio comum não tem. Produzir sem saber disso custa caro, e o prejuízo aparece exatamente quando não há tempo de refazer.

Material impresso tem exigência de identificação. Santinho, adesivo e panfleto precisam trazer o CNPJ de quem produziu, o CNPJ ou CPF de quem contratou e a tiragem impressa. Entregamos a arte já com esse campo montado, para a gráfica não travar o pedido.

Impulsionamento é permitido, mas com regra. Só pode ser contratado por candidato, partido ou coligação, precisa aparecer identificado como propaganda eleitoral, e é proibido impulsionar conteúdo contra adversário. Montamos a campanha dentro dessa regra.

Empresa não doa, empresa presta serviço. Desde 2015 pessoa jurídica não pode doar para campanha. O que existe é contratação de serviço com nota fiscal, e é assim que trabalhamos: contrato, nota e recibo prontos para a prestação de contas.

Todo gasto vai para a prestação de contas. Emitimos nota discriminando o serviço, o que evita a dor de cabeça clássica de fechar campanha com despesa sem documento.

Este resumo é orientação prática de quem produz o material, não parecer jurídico. A palavra final sobre o que a sua campanha pode veicular é do seu advogado eleitoral e da Justiça Eleitoral.

O que perguntam antes de fechar

Quando a propaganda eleitoral pode começar?

A propaganda eleitoral é permitida a partir de 16 de agosto do ano da eleição. Antes disso existe a pré-campanha, que tem regra bem mais restrita e não permite pedido explícito de voto. A votação do primeiro turno é em 4 de outubro de 2026.

Vocês já atendem candidato? Como funciona o contrato?

Trabalhamos com contrato de prestação de serviço e nota fiscal, que é a forma correta de uma empresa participar de campanha. Empresa não pode doar para candidato desde 2015, mas pode prestar serviço remunerado, e esse gasto entra normalmente na prestação de contas.

Dá para contratar só uma parte, tipo só o vídeo?

Dá. Muita campanha já tem alguém no design e precisa só de captação, ou tem videomaker e precisa de social media. Atendemos por serviço, por diária ou por evento, sem obrigar pacote fechado.

Vocês atendem candidato do interior do Piauí?

Sim. Fechamos agenda de captação por rota, aproveitando a mesma viagem para gravar em vários municípios. Isso reduz o custo de deslocamento e é o formato que faz sentido para quem concorre a deputado estadual ou federal.

Quanto custa uma campanha de marketing político?

Depende do cargo, do número de municípios e do volume de conteúdo. Uma campanha municipal concentrada custa muito menos que uma campanha de deputado com deslocamento pelo estado. Chame no WhatsApp que montamos o orçamento pela sua agenda real.

A campanha já começou. A sua está no ar?

Fale com a Seven Black hoje e receba uma proposta de produção montada pela sua agenda e pelo seu cargo.